Segunda-feira, 21 de Abril de 2008

O tempo

 

 

 

 

Silêncio que grita e espera

Por uma voz que assoma e apega

De fazer poemas na espera

Desse amor que a mim se apega

Não saber desse amar a espera

E de uma dor que só agora se apega

Que pela alma se espalha, dilacera.

De só sofrer na espera

E quando á noite, finda a espera.

Há em mim um turpor que se agrega

Por um amor que assoma e se apega

Chegou o amor que de há muito se espera

E de toda uma vida de espera

De uma dor que se agrega

De um torpor que dilacera

Nada mais importa.

Chegas-te.

Fim da Dor e da Espera.

Silvaney Paes

publicado por cantinho-lip às 22:13

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